1 de setembro de 2013

ONDE ESTÁ O 7 DE SETEMBRO?


      Que falta faz um autêntico 7 de setembro, com todo o amor á Pátria de outrora... O que vemos hoje em dia, principalmente por parte de muitas escolas ou bandas fanfarras é "exaltação" ao desvalor e à tudo que não representa o Brasil. Onde estão as marchas que se tocaram outrora, quando o Brasil valorizava os seus heróis do passado e do presente?
       O que vemos hoje em dia é um "show de vulgaridades" no qual o não valor é super valorizado como se o dia 7 de setembro fosse para se mostrar as silhuetas femininas ou afeminadas, "acrobacias" em disputas de fanfarras no qual o valor artístico e cultural do 7 de setembro pouco ou nada é lembrado, a não ser com introduções de algum hino e nada além disso. 
        O 7 de setembro se tornou apenas mais um feriado no qual se vai a rua apenas para ver alguma escola que seja interessante, a performance de seus alunos ou a silhueta de suas alunas, algumas com shows pirotécnicos que tem como intenção impressionar e não apresentar a gratidão dos brasileiros pela independência do Brasil.
       Ops, mas a cada 4 anos os brasileiros se lembram que o são quando o Brasil joga na Copa do Mundo, claro, enquanto ele estiver ganhando, pois basta perder para começarem as demonstrações de que é isso ou aquilo, tendo como máxima expressão do nacionalismo brasileiro a SELEÇÃO e nada mais...

       Com uma realidade como essa na qual os nossos professores, gestores educacionais deveriam mostrar que o verdadeiro e real valor do patriotismo de 7 de setembro não é um belo par de seios ou uma bunda balançando ou ainda o fanfarra tocando impinadinha ou outro "clássico" da música (arg!) brasileira e ao invés disso se calam e vão mostrar o seu total desconhecimento e desrespeito (alguns) com a história do 7 de setembro podemos fazer uma pergunta: Onde (e se é que ainda tem) anda o respeito pelos nossos símbolos nacionais? Será que a nossa Bandeira Nacional nas escolas serve apenas para serem levada nos desfiles pífios de 7 de setembro?

POR ANDERSON GUERRA

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